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A Princesa Perdida

Everly passou a vida toda com medo, mas as coisas pioram quando sua madrasta abusiva a vende como escrava. Forçada a sobreviver em um submundo de monstros sedentos por seu sangue virginal, Everly se desespera – isto é, pelo menos até conseguir escapar para Red Moon Pack. Lá,se depara com o belo Alpha Logan, destinado a ser seu companheiro. Mas seus mestres estão atrás dela. Será que sua nova matilha será capaz de derrotá-los?

Classificação etária: 18+

 

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1

Sumário

Everly passou a vida toda com medo, mas as coisas pioram quando sua madrasta abusiva a vende como escrava. Forçada a sobreviver em um submundo de monstros sedentos por seu sangue virginal, Everly se desespera – isto é, pelo menos até conseguir escapar para Red Moon Pack. Lá,se depara com o belo Alpha Logan, destinado a ser seu companheiro. Mas seus mestres estão atrás dela. Será que sua nova matilha será capaz de derrotá-los?

Classificação etária: 18+

Autor original: Holly Prange

Nota: Esta história é a versão original do autor e não tem som.

Everly

“Everly! Levanta essa bunda preguiçosa! Estou com fome!” a voz alta e detestável de minha tia chama lá de baixo.

Eu deixo escapar um gemido cansado enquanto afasto a coberta fina e rançosa antes de me apressar para me vestir.

Puxo rapidamente o vestido marrom desbotado que está dobrado na cadeira no canto.

É uma das minhas três roupas, todas de segunda mão da minha tia Lutessa.

Todo mês, ela recebe uma transferência das contas que meus pais me deixaram. O dinheiro deveria ser usado para comprar o que eu preciso.

No entanto, ela diz que só dá para a comida e as contas que garantem água, luz e um teto sobre nossas cabeças.

Mas eu sei que é mentira. Sempre que o dinheiro cai, ela volta para casa com sacolas de roupas novas e jóias.

Eu me olho no espelho rachado apoiado contra a parede e suspiro, então prendo meu cabelo comprido e escuro em um rabo de cavalo.

Desço rapidamente os degraus e entro na cozinha, onde encontro minha tia sentada à mesa mexendo no celular.

Não sei o que ela está fazendo, mas tenho certeza de que não é nada importante.

Pela minha experiência, deve estar rolando a timeline de alguma das contas nas redes sociais.

“Já era hora, sua fedelha inútil e ingrata”, ela comenta ao me ver entrando.

“Desculpe, tia Tessa. Eu dormi demais”, murmuro, inclinando a cabeça em submissão. Tento ao máximo não despertar o lado ruim dela, quer dizer, o lado ainda pior dela.

“Eu não quero desculpas, sua vadiazinha! Só me faz um maldito café da manhã para eu poder ir trabalhar! Tem gente que realmente precisa ganhar a vida”!

“Sim, senhora. Desculpe, senhora”,respondo rapidamente e começo a tirar os ingredientes da geladeira.

Levo tudo até o fogão e começo a fazer uma omelete de presunto e queijo com tomate e espinafre.

Meu estômago ronca e eu salivo observando a comida esquentar. Quem me dera poder comer um pouco.

Minha tia só me deixa comer o que sobra no prato, o que normalmente não é muito. Eu me esforço para surrupiar o que posso, mas preciso ser cuidadosa.

Uma vez, ela me pegou comendo sobras na geladeira e eu levei uma surra. Fiquei dolorida e mal consegui me mexer durante dias.

Eu odeio minha vida agora. Uma vida que antes era ótima. Meus pais eram incríveis e amorosos.

Sempre me faziam rir e diziam o quanto me amavam. Sempre me confortavam e abraçavam quando eu estava magoada ou triste.

Nós eramos muito próximos. Então, há seis anos, eles morreram em um acidente de carro.

Era para eu estar no carro, mas acabei ficando na casa de uma amiga naquela noite. Agora, eu lamento todos os dias não estar com eles. Sinto saudades.

Sinto falta da minha antiga vida. Sinto falta da minha grande e bela casa com o grande jardim onde eu brincava. Naquela época eu tinha amigos, pais, eu era feliz.

“Pare de sonhar acordada, sua vaca gorda!”, tia Tessa grita, me arrancando dos meus pensamentos.

Eu coloco a omelete em um prato e levo para ela, depois sirvo uma xícara de café com o creme que ela prefere e um pingo de leite.

Eu me afasto para começar o resto das minhas tarefas diárias, mas ela me para.

“Tenho um convidado esta noite. É bom que a casa esteja impecável. E enquanto ele estiver aqui, é melhor não sair do seu quarto. Nem sequer faça barulho”, ordena, apontando o dedo ameaçadoramente para minha cara.

Eu faço um aceno rápido com a cabeça antes de me retirar.

É comum aparecerem diferentes homens e levarem ela para sair. Muitas vezes, os dois voltam e vão para o quarto dela.

Eu fico fingindo que não existo no meu suposto quarto, na verdade o espaço diminuto do sótão sobre a sala de estar.

Passo o resto do dia fazendo faxina, tirando o pó, varrendo, esfregando, lavando a louça e a roupa, limpando os banheiros e tudo mais.

Não preciso dar à minha tia outro motivo para me bater. Estou terminando quando ouço a campainha tocar.

Com um sobressalto, olho para a porta da frente me perguntando se devo abrir.

Em geral, minha tia não quer que nenhum de seus “convidados” saiba que estou aqui, mas tenho certeza que vai se zangar se um deles for embora porque eu não o deixei entrar.

Fico parada um momento, então suspiro e vou em direção à porta.

Abro e vejo um homem de pé na minha frente com uma barbicha e bigode escuro.

Ele tem a linha do cabelo recuada e é só uns centímetros mais alto do que eu.

Seus olhos castanhos se estreitam enquanto percorrem meu corpo, me deixando nauseada.

O canto da sua boca fina se curva em um sorriso malicioso e meu corpo fica tenso no mesmo instante.

Não estou confortável com o jeito de este cara me olhar e começo a me arrepender de ter aberto a porta

Eu a fecho levemente, de forma a estar pronta para batê-la na cara dele se necessário.

Me aprumando até minha altura máxima e invocando a maior confiança possível, pergunto: “Posso ajudá-lo?”

“Vim buscar a Lutessa. Não sabia que ela tinha empregada…”, ele começa, dando um passo para se aproximar, enquanto eu luto contra a vontade de recuar.

“Ela ainda não chegou”, respondo, e então faço uma pausa, incerta sobre o que mais dizer. Devo pedir-lhe para deixar um recado? Ou para voltar mais tarde?

Devo oferecer-lhe algo para beber? Devo deixá-lo esperar na sala de estar?

Não gosto da ideia de ficar sozinha com ele, mas não sei o que Lutessa fará se eu o mandar embora.

“Tudo bem. Vou esperar”, comenta o homem, forçando o corpo e em direção à sala da frente, me fazendo tropeçar.

Ele me segura pela cintura e me puxa para perto, e eu me encolho com o cheiro de cigarro velho.

Ele me prende por mais tempo que o necessário e eu deslizo rapidamente para fora de seu alcance me afastando.

“O-Okay, y-you can just wait in h-h-here, then”, eu gaguejo, vencida pelo nervosismo.

Ele sorri para mim, parecendo gostar de estar me causando aflição.

Caminha em minha direção e eu vou a recuando até bater na parede.

As mãos dele se erguem, uma de cada lado, me prendendo enquanto ele se inclina para mim e fala suavemente ao meu ouvido.

“Eu consigo pensar em algumas formas de passar o tempo…”, diz, subindo a mão pela minha coxa e enfiando-a sob a bainha do meu vestido.

Eu agarro seu pulso, impedindo-o de continuar, e nossos olhos se encontram.

“Para”, eu retruco, decidida.

“Para de ser tão provocante”, diz ele, soltando a mão da minha.

“Eu-eu não sou. Eu simplesmente não estou interessada”, eu digo e respiro fundo para recuperar a compostura.

“A Lutessa vai chegar logo e você pode esperar no sofá”, eu informo, com firmeza, e viro as costas para ir embora.

Ele agarra meu pulso e me puxa em sua direção, e eu instintivamente o atinjo com minha mão livre.

Uma batida forte ressoa através da casa pequena, seguida por um tenso momento de silêncio.

Meus olhos se arregalam à medida que o rosto dele se torna sério quando se vira para me encarar. “Sua putinha!” Ele avança sobre mim novamente, e eu me viro para fugir.

Ele puxa minha cabeça para trás, agarrando um punhado do meu cabelo. Deixo escapar um gemido e sou jogada contra a parede.

Manchas escuras dançam diante de meus olhos e eu caio de joelhos.

Cegamente, estendo as mãos, tentando me levantar, mas o punho dele me atinge no rosto e caio para trás.

Eu solto um gemido, me contorcendo de dor no chão. “Por favor!”, eu imploro. “Para!”

Ele não me escuta, me vira de barriga para cima e sobe em cima de mim, sentando-se com as pernas abertas sobre os meus quadris.

“Ah, cala a boca, sua putinha. Só me dá o que eu quero”, exige, agarrando a gola do meu vestido e rasgando a frente, expondo o sutiã liso que estou usando por baixo.

Eu estendo as mãos para a frente, tentando afastá-lo.

Ele luta para agarrar meus pulsos e eu finalmente consigo agarrar um pesado cinzeiro de cerâmica sobre a mesa na entrada da casa.

Quebro o cinzeiro na cabeça dele, que sai de cima de mim.

Eu me levanto rapidamente para fugir, mas ele ergue a mão e me agarra pelo tornozelo, me fazendo cair de cara no chão.

Nesse momento, escuto a maçaneta girando e a porta da frente sendo aberta . A tia Tessa entrou e congelou no mesmo instante quando nos viu.

“Que diabos está acontecendo aqui?” ela gritou, marchando em nossa direção enquanto o homem se mexia para se levantar.

Enquanto me esforçava para me erguer também, minha tia me puxou para cima pelo braço.

“Você está dando em cima do Dean, sua vagabunda inútil?!” gritou, me sacudindo com agressividade.

“N-NÃO! E-ele tentou me estuprar”!

“MENTIROSA!” ela grita enquanto me sacode novamente.

“Que homem iria atrás de uma puta gorda e inútil como você?! Você não é nada! E é hora de você aprender isso”!

Minha tia me ergue diante dela e então me bate no rosto.

Eu sinto uma ardência e cubro a bochecha coma a mão, enquanto lágrimas enchem meus olhos.

A expressão no rosto dela se torna um pouco mais calma e ela se volta para encarar o lixo humano ali parado, observando o desdobramento da cena.

“Dean, espere por mim no carro. Preciso dar uma lição nesta vadia antes do nosso encontro. Já estou indo”.

Ele olha feio para mim e assente, então se vira para sair.

Eu enxugo as lágrimas em minhas bochechas ouvindo a porta fechar, e minha tia vai até o armário de casacos e volta com um cinto.

“Por favor, tia Tessa”, eu suplico. “Eu não estou mentindo! Ele entrou sem permissão. Ele me bateu…”

“Por que você está sempre arruinando minha vida?!” ela berra, fazendo o cinto cair sobre mim come um chicote.

Instintivamente, ergo os braços para me proteger, e o cinto atinge meus antebraços.

Ela me agarra e me joga no chão, eu caio de bruços e então ela me bate com o cinto novamente.

Ela me bate repetidamente enquanto eu me encolho no chão, fazendo o melhor possível para proteger a cabeça e o pescoço contra o ataque.

Quando ela finalmente se cansa, deixa cair o cinto no chão e se inclina sobre mim.

“Quando eu voltar, é melhor limpar esta bagunça! Escutou, sua vagabunda preguiçosa?”

Começo a soluçar, capaz apenas de um leve aceno com a cabeça.

Ela gira sobre os calcanhares e me deixa estatelada no chão com hematomas e cortes que agora cobrem meu corpo.

Eu fico ali, o corpo sacudido por lamentos de cortar o coração. Estou toda escorregadia e pegajosa de sangue.

Sinto dor ao me mexer, mas não quero levar outra surra.

Depois do que parece uma eternidade, consigo me levantar e limpar a bagunça antes de rastejar para o chuveiro para me limpar.

Finalmente desmaio na minha cama, que é um colchão velho e sujo no chão. Eu me enrolo em posição fetal e puxo o cobertor rançoso sobre mim.

Todos os meus movimentos são lentos e dolorosos, e se não fosse pelo puro esgotamento que estou sentindo neste momento, acho que não seria capaz de adormecer.

Felizmente para mim, estou muito cansada e logo sou tragada pela escuridão. Não sei quanto tempo dormi, antes de a voz da minha tia tomar conta do quarto.

“Levante-se, Everly! Vista-se! Temos que ir!” ela exige.

Meus olhos se abrem e eu olho em volta, confusa. Ainda está escuro.

“O que está acontecendo? Ir aonde?”, pergunto sonolenta, ainda tentando entender o que está acontecendo.

“Ande logo e faça o que estou dizendo, sua pirralha inútil!”, ela responde, batendo a porta e marchando lá para baixo outra vez.

Meu corpo grita enquanto eu me forço a obedecer e visto um vestido branco encardido.

Calço os sapatos e desço as escadas. Vejo a tia Tessa esperando junto à porta com o casaco vestido.

Ela bate o pé no chão com impaciência, me olhando enquanto desço as escadas do sótão.

“Já não era sem tempo! Apresse-se! Não temos a noite toda”!

Ela abre a porta da frente e gesticula em direção ao carro estacionado lá fora. “Aun…”

“Cale a boca! Vamos lá! Entre!” Eu balanço a cabeça e me sento encurvada no banco de passageiros.

Encosto a testa contra a janela, enquanto minha tia se aproxima e ocupa o lugar do motorista.

O contato do vidro frio com minha pele é bom, e eu fecho os olhos, respirando fundo.

Rodamos por um tempo e, em algum momento, eu volto a dormir.

Quando acordo, não tenho ideia de onde estamos, mas vejo que já se passaram três horas desde que saímos de casa. Para onde ela está me levando? O que está acontecendo?

Começo a ficar nervosa. Sento-me mais ereta e olho em volta, tentando descobrir se há placas ou um ponto de referência reconhecível.

Em breve chegamos a uma grande cidade, minha tia dá voltas e voltas pelas ruas.

Minha ansiedade aumenta mais e mais, e eu tento perguntar para onde estamos indo novamente. Sempre que pergunto, ela me manda calar a boca ou deixá-la em paz.

Meu estômago se revira enquanto observo os edifícios ao nosso redor. Eles parecem cada vez mais detonados quanto mais avançamos.

Finalmente, paramos em frente a um armazém de tijolos lisos, com uma porta sólida e preta. Minha tia me arrasta até lá e toca a campainha.

Quem atende é um homem grande, usando uma camiseta preta apertada e jeans, os braços cruzados contra o peito. “Diga seu nome e o assunto”, diz, com aspereza.

“Lutessa Andrews. Tenho uma reunião com Lord Vlad Lacroix”, ela diz, segurando firme o meu braço.

O guarda acena com a cabeça e se afasta, nos deixando passar, e então nos conduz por um corredor escuro.

O lugar se parece com qualquer velho armazém, exceto pelos sons que ouço vir de aposentos que não consigo ver.

A música alta ressoa através das paredes, como se houvesse uma boate do outro lado.

Enquanto continuamos caminhando, ouço gemidos e gritos vindo de várias pontos. A cada passo, cresce uma sensação de pavor. Onde diabos nós estamos?

Somos conduzidas por um conjunto de portas duplas e de repente o espaço se transforma, com um tapete grosso e suntuoso e paredes vermelho-escuro, brancas e pretas.

Quando chegamos a uma porta no final do corredor, o homem bate e uma voz lá dentro diz :”Entre”.

O guarda abre a porta e gesticula para entrarmos, então fecha-a atrás de nós.

Outro homem está sentado atrás de uma enorme mesa de mogno, em uma cadeira com espaldar alto.

Sua pele é mortalmente pálida e os cabelos pretos estão penteados para trás. Ele é atraente com sua constituição alta e magra e os olhos cinzentos, mas também é muito…sinistro.

Os cantos da boca dele se curvam em um sorriso maligno quando entramos e ele se levanta, vindo ao nosso encontro.

Minha tia me empurra para frente e o homem começa a me andar em volta de mim, os olhos percorrendo cada centímetro do meu corpo.

“Então, esta é a garota?”, ele pergunta, suavemente, e eu imagino se é uma pergunta retórica.

“Sim. Esta é a que eu lhe falei”, minha tia responde.

Ele acena com a cabeça, se aproximando de mim novamente.

“Bom. Ela vai se sair muito bem”. Ele caminha em direção à mesa, pegando uma pequena bolsa marrom e colocando-a na mão da minha tia.

“E seu pagamento. Exatamente como combinamos”.

“Obrigada, senhor”, responde a tia Tessa.

Eu me dirijo a ela, confusa. “Pagamento pelo quê?”

“Ele lhe dirá. Você não é mais problema meu”. Com isso, minha tia dá meia volta e se afasta de mim, me deixando sozinha na sala com este homem estranho.

Eu o encaro, esperando uma explicação.

“Não é óbvio, minha querida?”, ele questiona, em tom de zombaria. Minhas sobrancelhas se franzem enquanto tento juntar as peças, mas não tenho certeza.

Se não fosse uma ideia maluca, eu diria que parece que minha tia acabou de me vender para este homem. Mas isso não pode ser verdade. Pode?

O homem sorri. “Muito bem, menina. Você está certa”. Meus olhos se arregalam e volto a atenção para ele. Eu não falei aquilo em voz alta.

Será que ele acabou de ler minha mente? “Certa outra vez”, ele diz, com um sorriso maligno.

“M-mas como? Por que? Isto é ilegal! É…” eu começo, tentando dar sentido a tudo.

“As leis humanas não me preocupam”, ele observa, o sorriso perverso se alargando em seu rosto, revelando duas presas afiadas.

A cor de seus olhos muda para um vermelho carmim brilhante, e um arfar surpreso escapa de meus lábios antes de tudo se transformar em escuridão.

 

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2

TUDO

SETE ANOS DEPOIS

“Aplausos para Ruby Red, pessoal!” o locutor grita, fazendo a sala explodir em aplausos, palmas e uivos de lobo enquanto corro para fora do palco.

Puxo rapidamente meu roupão de seda e amarro-o enquanto ando apressada de volta para o camarim onde as outras meninas estão se preparando para suas apresentações.

Chego à minha penteadeira e mal me sentei quando a senhora Victoria Dupont entra.

“Scarlet Kiss, você é a próxima. Esteja pronta em cinco minutos”, ela diz, falando com a garota sentada diante de uma penteadeira atrás de mim.

A mulher então se dirige a mim. “Ruby Red, você tem clientes esperando na sala D do Banco de Sangue”.

Eu me encolho por dentro, mantendo uma expressão tranquila no rosto e acenando brevemente com a cabeça. Então me dirijo à porta que leva a outro corredor. Eu odeio minha vida.

Durante anos, fui maltratada e abusada por minha tia detestável, e agora sou escrava do mais feroz mestre vampiro que existe.

Ele dirige o submundo, onde seu estabelecimento, o Banco de Sangue, atende a todos os tipos de necessidades e fetiches.

A principal característica de seu negócio, porém, é o tráfico ilegal de pessoas. Nenhum dos “artistas” está aqui por opção.

Todos somos vítimas de sequestro ou tráfico. Há mulheres e homens de todos os tipos e idades variadas, e oferecemos uma série de serviços.

O prédio tem um clube de striptease onde muitas vezes sou obrigada a me apresentar. Há ainda um clube BDSM, um bordel e o Banco de Sangue.

Felizmente, eu nunca fui forçada a trabalhar no bordel. O Mestre Lacroix tem ordens estritas para que eu seja mantida virgem.

Apenas algumas de nós têm esse privilégio.

Nós éramos virgens quando fomos compradas ou sequestradas, nos destacamos durante o treinamento e somos as favoritas dos clientes.

Somos consideradas as mais belas meninas de sua “coleção”. O problema é a razão pela qual ele quer que nossa pureza permaneça intacta.

É porque as virgens arrecadam as maiores quantias em dólares nos leilões.

No momento em que ele acreditar que nossa popularidade entre os clientes está declinando, nossa virgindade será vendida a quem fizer a maior oferta.

Eu espero encontrar uma maneira de escapar antes, mas tenho certeza de que logo chegará a minha hora.

Tenho vinte e três anos, portanto, na melhor das hipóteses, tenho mais alguns anos antes de ter que me preocupar com isso.

Infelizmente, a maioria das meninas são vendidas aos vinte anos.

A única razão pela qual consegui me proteger por tanto tempo é o fato de que ele ganha muito dinheiro comigo com as coisas do jeito que estão.

Eu tentei durante anos escapar deste buraco infernal, mas fui pega todas as vezes. As chances de fugir foram poucas e espaçadas.

A pior parte é que vampiros podem ler pensamentos, então eu preciso ter muito cuidado vivendo no meio deles.

Além disso, nosso sangue fica no organism deles quando se alimentam de nós, então a proximidade física nem é necessária.

Eu só consegui sair do complexo uma vez e fui encontrada a duas cidades de distância, porque o Mestre Lacroix tinha bebido de mim.

Ele conseguia ver tudo que eu, portanto era fácil me encontrar.

Sempre que fui pega tentando escapar,fui barbaramente espancada. Eles não estão nem aí de te espancar até sua vida ficar por um fio.

Quando isso acontece, basta te darem para beber um pouco do sangue deles, que tem poderes curativos.

Dão uma quantidade minúscula de forma que você não fique completamente curado, mas isso o manterá vivo.

Então, te deixam na gaiola se restabelecendo lenta e dolorosamente. Você não tem nem mesmo uma folga do trabalho depois da surra.

E, caso não consiga se apresentar, você não recebe comida. Pelo menos eles me alimentam melhor do que minha tia jamais me alimentou.

Somos obrigados a seguir dietas rígidas e rotinas de exercícios para nos manter saudáveis. O sangue saudável tem um sabor melhor.

Finalmente, chego à sala D e respiro fundo, incorporando minha persona de Ruby Red.

O que me permite sobreviver dia após dia a este pesadelo é separar as coisas.

Minha habilidade de encenar e fingir é a razão pela qual tantos clientes gostam de mim.

É o que tem me protegido de perder a virgindade com qualquer um dos idiotas doentes que vêm aqui.

Abro a porta da sala escura, com um grande sofá vermelho em forma de semicírculo.

É um aposento redondo com um grande espelho no teto e um poste de dança em um pequeno palco também redondo, no lado oposto ao do sofá.

Quando entro há dois homens sentados, com os olhos famintos em mim.

“Olá, rapazes”, eu murmuro de forma sedutora, deslizando um dedo pelo meu corpo e soltando o roupão. “O que vai ser hoje?”

O tecido de seda escorrega e cai ao redor dos meus pés. Um dos homens dá um tapinha no espaço vazio entre eles no sofá.

“Depois da sua performance, a gente tinha que provar um pouquinho. Vem. Senta aqui”, instou o da direita. Os dois são altos e magros.

As presas deles estão à mostra, enquanto olham para mim e lambem os lábios.

O que falou tem cabelos loiros e olhos azuis, enquanto o outro tem cabelos castanhos, puxados em um rabo de cavalo, e olhos castanhos também.

“Você parecia simplesmente deliciosa”, diz o da esquerda. Eu vou, sento entre os dois e afasto meu cabelo, oferecendo o pescoço ao moreno.

Ele chega mais perto, e me envolve com o braço, colocando a mão sobre meu seio.

Sinto seu nariz roçar suavemente meu pescoço, conforme ele me cheira antes de afundar as presas em minha carne.

O loiro se ajoelha na minha frente, colocando minha perna esquerda sobre seu ombro.

Ele dá beijos suaves em minha coxa e então seus dentes perfuram minha artéria femoral.

Os vampiros são conhecidos por serem seres muito sexuais. Embora precisem de sangue para sobreviver, é comum gostarem de misturar alimentação com prazer.

As mãos deles me apalpam e acariciam enquanto bebem de mim. Esses dois são até bem agradáveis em comparação com a maioria dos vampiros que vêm aqui.

Todos eles sabem que não escolhemos estar aqui. Em geral, vampiros têm pouca consideração pela vida humana e acreditam que somos inferiores.

Durante meus anos neste estabelecimento, conheci muitos vampiros cruéis e impiedosos. No entanto, conheci alguns bons.

Nos primeiros anos, eu até me apaixonei por um. Seu nome era Phillipe. Ele era muito bonito e doce.

Ele sempre foi gentil e conversava comigo, buscando me conhecer melhor.

Ele até dizia que um dia gostaria de me levar embora deste lugar horrível. Disse que eu devia ser tratada com carinho, não usada e maltratada.

Uma noite, ele tinha comprado tempo comigo e o clima logo esquentou. Ele pediu minha virgindade e eu concordei.

Eu não queria perder a virgindade com qualquer um. Não queria ser estuprada por quem quer que me comprasse na minha primeira vez.

Queria que a escolha fosse minha. Queria estar no controle, decidir.

Infelizmente, Mestre Lacroix percebeu o que estava acontecendo e entrou em cena. Ele cravou uma estaca no coração de Phillipe bem na minha frente.

O tempo todo ele olhava para mim, como se silenciosamente dissesse que a morte de Phillipe tinha sido culpa minha. Eu chorei até adormecer naquela noite.

Foi quando eu decidi nunca mostrar quem realmente sou aos clientes.

Eu precisava me proteger e assumir uma personalidade alternativa era a única maneira que me ocorria de sobreviver a este suplício.

Passei a me transformar no que os homens desejassem. Podia ser submissa ou impetuosa. Podia ser provocante e sedutora ou tímida e delicada.

Tinha me tornado muito observadora, e devido à minha habilidade de ler as pessoas é que consegui manter minha virgindade por tanto tempo.

O que estava sugando meu pescoço passa a língua pela ferida, então beija minha garganta.

Ele belisca meu mamilo entre o polegar e o dedo indicador por cima do tecido transparente da minha lingerie preta e o torce levemente.

Os dois beberam muito de mim, e eu estou me sentindo tonta. As luzes da sala piscam, informando-os de que o tempo acabou.

O que estava entre minhas pernas lambe as marcas frescas de mordidas, fazendo com que cicatrizem.

A saliva de vampiro também tem poderes curativos, de forma que, uma vez terminada a refeição, eles podem facilmente fechar as feridas com um simples toque da língua.

Ambos se levantam e eu me encosto ao sofá, sentindo-me cansada devido à perda de sangue.

“Você foi verdadeiramente deliciosa, amor”, diz o homem de olhos castanhos, limpando os cantos de sua boca com o polegar.

“Foi sim”, concorda o loiro. “Acho que vamos ter que vir aqui mais vezes”.

Eles alisam as roupas e saem. Logo depois, um dos guardas entra e levanta meu corpo fraco.

Ele me carrega pelas escadas e me coloca no colchão de palha fina no canto da minha gaiola.

Felizmente essa foi a última da noite, pois são quase cinco da manhã.

Puxo o cobertor sobre o corpo e me enrolo em posição fetal, deixando o sono me vencer.

*****

Na noite seguinte, estou acordada quando um novo grupo de escravos vem descendo os degraus de pedra até o porão, onde as celas se enfileiram nas paredes.

“Continuem andando, vagabundas inúteis”, grita o guarda, estalando um chicote.

Várias garotas gritam quando o chicote atinge seus braços nus, conforme são conduzidas mais e mais fundo no porão.

Eu me levanto e me aproximo da porta da minha gaiola, observando.

Meu coração dói por elas, que caminham com lágrimas escorrendo pelas bochechas sujas.

Uma das garotas mais jovens soluça alto, até um guarda chegar e esbofeteá-la com força no rosto, gritando para calar a boca.

Quero gritar para ele parar, mas a única consequência seria ser espancada até sangrar. Decido esperar até que eles tenham ido embora para tentar consolar as pobres jovens.

As meninas são colocadas em fila e o resto de nós é liberado das celas.

Dirijo-me logo às recém-chegadas e tomo as mãos de uma delas entre as minhas.

Elas percebem que estou prestes a falar, então se reúnem em silêncio ao meu redor para ouvir o que eu tenho a dizer.

“Estão nos levando para o centro de treinamento agora. Façam o que lhes disserem e mantenham a cabeça baixa. Se fizerem um bom trabalho e não voltarem a falar com eles,não vão machucar vocês. Este lugar tem refeições e banhos regulares. Só tentem ao máximo serem corajosas e forte, e podem sempre me procurar”, eu lhes digo enquanto meus olhos pousam em cada uma delas, fazendo contato para que saibam que o que estou falando vale para todas.

As meninas assentem, em silêncio, enquanto algumas deles esfregam as bochechas para enxugar as lágrimas.

Eu fico de pé e me dirijo à saída, pois os guardas estão abrindo a porta e começando a nos conduzir para o ginásio.

Nós, que já passamos pelo treinamento de escravos, vamos nos exercitar para manter nosso corpo em forma.

Os novos recrutas vão aprender coisas muito menos agradáveis. Meu estômago se aperta quando me lembro de minhas primeiras semanas aqui.

Eu me senti tão envergonhada, tão suja.

Sacudindo esses pensamentos da minha cabeça, vou até uma esteira, subo e ajusto velocidade.

Depois de correr cinco milhas, faço pranchas, abdominais, agacharmentos e outras coisas, tratando de trabalhar todos os meus músculos.

A sessão de exercícios está acabando e vejo que mandaram novos recrutas limparem a academia.

O treinamento deles começa com limpeza e obediência e só depois passa para a dança de poste, submissão, sexo oral e outras habilidades que irão agradar nossos clientes.

Observo que uma das meninas mais jovens para de esfregar o chão e se inclina sobre seus calcanhares.

Ela passa as costas da mão pela testa, e a Senhora Dupont imediatamente vê e caminha até ela com um olhar chamejante.

“O que significa isso?!” ela grita, forçando a garota a se levanter. “Eu disse que você podia parar?!”

“N-Não, s-se-senhora”, a menina gagueja suavemente enquanto olha para o chão.

“Então por que diabos você não estava esfregando?”!

“M-Meus braços estão c-cansados”, a garota explica, os olhos brilhando com lágrimas contidas.

“Meus braços estão cansados”, a senhora Dupont imita, maldosamente. “Eu não quero desculpas! Dez chicotadas pela sua incompetência! Ajoelhe-se!”, exige.

O corpo da jovem treme incontrolavelmente enquanto ela se abaixa.

A senhora Dupont rasga a parte de trás dos trapos que a garota veste, expondo suas costas, e se posiciona atrás dela.

Há um forte estampida quando o chicote atinge a garota. Ela imediatamente solta um lamento doloroso e começar a chorar.

Sem pensar, eu caminho até ela, meu coração se apertando no peito.

Eu devia ser prudente. Que diabos estou fazendo? Sei lá.

Eu jamais consegui ficar parada e vendo essas jovens serem espancadas da mesma forma que eu fui. Elas não merecem isso. Nenhuma de nós merece.

Quando o chicote é erguido novamente, eu rapidamente me atiro entre ele e a jovem.

Eu a envolvo adotando a mesma postura no chão, protegendo-a com meu corpo.

O chicote bate em minhas costas e eu ranjo os dentes, sem deixar escaper um som sequer.

“Saia daí, Ruby!” grita a sra. Dupont, usando meu nome artístico. Eles raramente usam meu nome verdadeiro. Eu me pergunto, às vezes, se sequer se lembram dele.

“Não, senhora”, eu respondo, congelada em minha posição.

“Não?!” ela questiona, incrédula. Como eu não respondo nem me mexo, ela interpreta isso como uma resposta.

“Muito bem, você receberá o resto das chicotadas de Anna e mais quinze por sua interferência”, afirma.

“Sim, senhora”, eu respond, rangendo os dentes e respirarando lentamente pelo nariz, me preparando para a dor.

O estampido do chicote soa novamente quando atinge minhas costas. Eu suporto, sentindo o sangue quente escorrer por minhas costas.

O aposento está em completo silêncio e todos ficam parados, com medo de se mexer ou de emitir um som enquanto me veem sendo chicoteada.

Após a última chicotada, todos permanecem paralisados por um momento, como se em choque.

De repente, enquanto a Senhora Dupont se afasta, o resto das meninas corre em minha direção e em direção à jovem chamada Anna.

Elas imediatamente nos ajudam, murmurando palavras reconfortantes e de encorajamento.

Duas delas, chamadas Mina e Callie, se posicionam uma de cada lado e cada uma passa um dos meus braços ao redor do pescoço, me levantando.

“Você foi muito corajosa”, Mina diz, suavemente.

“Vamos limpar você”, acrescenta Callie, enquanto elas me carregam em direção à saída.

Todas as meninas se amontoam ao redor de mim e de Anna, nos conduzem para a área dos chuveiros.

Uma hora depois, já nos limpamos e uma das garotas untou minhas feridas recentes com um antibiótico, para impedir que eu contraia uma infecção.

Estamos sentadas em um banco terminando de nos vestir quando a senhora Dupont entra.

“Ruby Red, Mestre Lacroix quer uma palavra com você”, ela diz friamente, dando meia volta deixando o vestiário.

Eu respiro fundo para tentar acalmar meus nervos enquanto as meninas ao meu redor seguram minhas mãos e apertam meus ombros, todas tentando me confortar e me desejando sorte.

Quando reúno coragem, me levanto. “Eu vou ficar bem. Não se preocupem comigo”, eu digo às meninas.

“É melhor terminarem de se vestir e irem para a próxima tarefa, antes que tenham problemas”.

Elas assentem e me abraçam, se apressando para terminar enquanto eu me viro para a porta.

Torço as mãos nervosamente, caminhando pelo corredor até o escritório do mestre.

Ergo a mão para bater, mas ouço sua voz se elevar antes mesmo de ter a chance de fazê-lo. “Entre”, ele diz. .

Entro e fecho a porta silenciosamente atrás de mim, caminhando com cautela em direção a ele, que se senta atrás da mesa.

“O senhor desejava me ver, Mestre”, eu murmuro, com a voz suave e a cabeça curvada.

“Sim, sente-se”, ele responde, com frieza.

Ocupo o assento de frente para ele, e ele torce os dedos como se estivesse pensando, enquanto olha para mim.

“A senhora Dupont me contou o que aconteceu hoje no treinamento. O que você tem a dizer em sua defesa”?

“Sinto muito. A garota era tão jovem, é o primeiro dia dela. Eu não podia ficar parada vendo ela ser espancada só porque fez uma pausa. É óbvio que ela não está acostumada a trabalhos manuais tão extenuantes”, eu respondo.

“Infelizmente, isso é um problema, Ruby. Você não pode interferir no treinamento das nossas novas meninas. O que você fez hoje pode ser perigoso para o meu negócio”, ele diz, com firmeza, e eu abro a boca, surpresa.

“Perigoso? Como?”, eu replico.

“Você está dando um mau exemplo. As meninas vão colocar ideias na cabeça. Podem começar a se rebelar. Não estou disposto a lidar com isso”, explica.

“Mas, eu…”

“Apesar da inconveniência, elas, pelo menos, podem ser obrigadas a obedecer. Entretanto, como você sabe, por alguma razão isso não funciona com você”.

Eu aperto os lábios. Além da leitura de pensamento, os vampiros têm a capacidade de controlar a mente de cada um. Eles chamam isso de compelir .

Eles logo aprenderam que não podiam me compelir a obedecer. Não faço ideia de por que isso não funciona comigo.

Infelizmente, a desvantagem é que eu recebi muito mais chicotadas e punições para garantir minha obediência.

“Como não posso garantir que isto não acontecerá novamente, decidi que é hora de enviá-la a leilão”.

 

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~ Ao lado dele estava um demônio sorridente… o Lorde Demônio. Ele apontou para mim com um dedo longo, preto e fino. ~

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Classificação etária: 18 +

Disclaimer: observe que esta história não está diretamente conectada a O Roubo do Alfa, que é uma adaptação imersiva e reinventada de Alfa Kaden. Esta história faz parte da versão original do autor da série Alfa e você pode apreciá-la como uma história independente!

Nota: Esta história é a versão original do autor e não tem som.

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