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Caindo na Real

Desde jovem, Maya Hamilton era uma garota festeira, e tudo que mais amava era se soltar e fazer o que bem entendia. Jace Parker era um garoto de fraternidade irresponsável que tinha uma queda por garotas festeiras: eles eram perfeitos um para o outro – até que, do nada, ele terminou o relacionamento através de uma mensagem de texto. Agora, dois anos depois, eles se reencontram como aluna e professor, e Maya está escondendo um segredo que pode mudar a vida de Jace!

 

Caindo na Real por Delta Winters está agora disponível para leitura no aplicativo Galatea! Leia os dois primeiros capítulos abaixo, ou faça o download do Galatea para obter a experiência completa.

 


 

O aplicativo recebeu reconhecimento da BBC, Forbes e The Guardian por ser o aplicativo mais quente para novos romances explosivos.

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1

RESUMO

Da autora de Back Into Darkness.

Desde jovem, Maya Hamilton era uma garota festeira, e tudo que mais amava era se soltar e fazer o que bem entendia. Jace Parker era um garoto de fraternidade irresponsável que tinha uma queda por garotas festeiras: eles eram perfeitos um para o outro – até que, do nada, ele terminou o relacionamento através de uma mensagem de texto. Agora, dois anos depois, eles se reencontram como aluna e professor, e Maya está escondendo um segredo que pode mudar a vida de Jace!

Classificação etária: 18 +

Autor Original: Delta Winters

MAYA HAMILTON

“Liz, eu tenho um trabalho, tá? Eu realmente não preciso da sua caridade”, eu reclamo normalmente ao telefone numa manhã de segunda-feira. Pensando melhor, isso é normal numa segunda, terça, quarta ou basicamente em todas as manhãs.

Para não ser confundida com alguém que é ingrata pela ajuda que minha prima oferece, ela sabe ser muito insistente.

Prefiro aceitar seu tempo do que seu dinheiro, não que ela tenha mais do que uma mulher comum na casa dos vinte anos, de qualquer maneira. “Eu tenho que ir.”

“Não, Maya-“

“Tchau”, interrompi antes de desligar e suspirar de alívio, enquanto colocava meu telefone na minha mochila.

“Mel?”, chamo.

A cabeça da minha vizinha idosa salta para fora da cozinha, ela tinha respingos de comida manchando sua camisa, e um sorriso brilhante e iluminando seu rosto.

“Estou saindo. Te vejo às quatro, ok?”

Ela acena com a cabeça rapidamente antes de voltar para a cozinha por ter ouvido pequenos ruídos.

Eu ri um pouco antes de colocar minha bolsa no ombro e pular para fora da porta.

Desci correndo as escadas do complexo, pego minha correspondência da caixa, coloco-a na bolsa, e corro para a faculdade na hora certa.

Como uma estudante universitária com o objetivo de manter minha bolsa de estudos, minha assiduidade e foco nas aulas precisavam ser o melhor possível. O que é um desafio por si só.

E o fato de eu não possuir um meio de transporte, e ter um suprimento de dinheiro limitado, significava que eu precisava deixar meu apartamento cedo o suficiente para ir a pé. Na maioria das vezes, uma caminhada rápida se transforma num cooper ou até mesmo numa corrida.

No momento em que chego às portas deprimentes da faculdade, sou saudada com o ar tenso de angústia e confiança exacerbada.

Os estereótipos passam, as estrelas do futebol andando todas juntas, compartilhando fotos, jogando bola e conversando com as garotas em seus armários.

Sons de risos e vozes masculinas altas dominam os pensamentos silenciosos dos esquecidos e solitários. Eu, claro, sendo um deles.

Não tenho tempo para uma vida pessoal fora do meu trabalho, minhas responsabilidades e educação. Portanto, meus amigos são escassos. Nenhum amigo, pra ser mais precisa.

Existem caras que gostam de me incomodar e que se sentam perto de mim nas minhas aulas. Mas eu sou alguém que não pertence a um determinado grupo.

Para manter minhas notas boas, eu gasto meus almoços fazendo lição de casa e trabalhos extras em uma mesa separada. E, às vezes, algumas pessoas me importunam.

Tive muito pouco contato social nesta faculdade que frequento há um ano, alguns são curiosos sobre a garota solitária. Mas tenho outras coisas em mente.

Minha educação é extremamente importante para mim.

Me dirigi para minha primeira aula, História, e peguei uma das muitas carteiras vazias perto das janelas que se abriam para um dia sombrio, abri meu fichário e enfiei o nariz no livro de história.

“Aham!” Ouço uma tosse na minha frente. Abaixo o livro e vejo alguns dos caras que gostam de me questionar sobre minha vida, para descobrir qualquer coisa.

Com a quantidade que sabem sobre mim, eles acreditam que há um mistério ao meu redor, além das outras fofocas que os alunos inventam nesta faculdade. E, bem, eles não estão tão errados.

“Olá”, saúdo antes de retomar casualmente minha leitura, esperando que ele simplesmente desapareça como fantasma, ou que eu desapareça para não ter mais que lidar com nenhum contato social.

Se ao menos eu pudesse apenas frequentar a faculdade sem mais ninguém além dos professores, acredito que aprenderia muito mais rápido.

Claro, sempre há faculdades online, mas eu gosto de bibliotecas reais e aprendizado interativo. Antes que o cara pudesse falar, o professor valsou para dentro da classe, fechando a porta com força para chamar a atenção da turma, e passou a rabiscar o quadro-negro com confiança e domínio.

Embora eu só pudesse ver suas costas largas, podia dizer que ele é jovem, provavelmente recém-saído da faculdade, ou quase isso. Seu cabelo louro-claro é muito parecido com o de um cara que conheci.

Um cara de muito tempo atrás, pelo que parece. Já se passaram quase dois anos. E mesmo tentando seguir em frente, minhas memórias dele ainda permanecem. E como não?

Ele foi meu primeiro amor, e mudou minha vida de uma forma massiva. Uma forma astronômica.

“Meu nome é Sr. Parker, seu novo professor de história”, ele declarou em uma voz incrivelmente familiar enquanto se virava, e eu vi uma face incrivelmente familiar, de aquecer o coração.

Respiro fundo quando meus olhos avistam seu rosto: o cara que uma vez amei, e ainda amo, parado na frente da classe, meu novo professor.

A barba por fazer cobre sua mandíbula e seus olhos azuis claros piscam para os rostos rostos de seus novos, e talvez seus primeiros alunos. Até eles encontrarem os meus. E todo o seu corpo congela.

E tudo ao nosso redor parece parar.

E seus olhos se enchem de emoções que não consigo decifrar.

Eles brilham com o olhar que ele costumava me dar antes, quando ele me disse que me amava. Nós estávamos namorando há apenas quatro meses no total, mas tudo parecia tão importante e intenso naquela época.

Aqueles quatro meses, quando eu tinha dezoito anos, pareceram a coisa mais significativa que já aconteceu. E talvez fosse, considerando as consequências com as quais estou vivendo agora. Não que eu possa me arrepender.

Eu o vejo forçar seus olhos para longe, para não chamar a atenção para a familiaridade entre nós.

Recuperando a compostura equilibrada e assertiva que manteve ao passar pela porta, ele tossiu um pouco e começa a aula.

Ouvir sua voz de novo é quase como uma música suave para meus ouvidos, se eu não me lembrasse do que ele fez, e do idiota ele é. Terminou comigo por mensagem.

E então passou a ignorar todas as minhas ligações depois.

Eu era ingênua naquela época, e apesar de não ser há muito tempo, parecia outra vida.

Seus olhos piscam constantemente para mim, o que percebo com o canto dos olhos, enquanto evito os dele.

Tento me concentrar, mas é incrivelmente difícil me concentrar em uma aula quando meu ex-namorado é o professor.

Jace. Jason Parker. Era um garoto de fraternidade quando nos conhecemos. Agora ele é meu professor, usava uma camisa passada e calça jeans para manter o seu estilo. Seu estilo muito atraente, no qual não estou pensando, ou tentando não pensar.

Ele é indiscutivelmente, por mais que eu queira negar, gostoso, e ainda me afeta como ele fazia antes.

Antes eu mal estava no último ano do colégio, e ele era – pelo menos eu pensava – um universitário maduro, que mostrou interesse em mim e eu me apeguei a isso como se fosse uma droga.

E ele amou que eu o adorava. Eu era imatura e ele também. Mas era como se ele fosse um deus, esse cara impossível de estar com quem eu era.

E quando ele me disse que me amava, era como se fossem as palavras mais sagradas de todas.

Quando nós terminamos, e eu pude finalmente ver nosso relacionamento como era, percebi que ele não era uma criatura celestial. Honestamente, ele era mais comparável ao diabo, mas também não era de todo ruim.

Ele era apenas um cara, é apenas um cara. Nosso relacionamento era bom, pelo menos eu pensei que fosse. Foi… intenso. Eu passava todo o meu tempo com ele ou pensando nele.

Então eu percebi que estava sonhando acordada a lição inteira, eu continuei lendo minhas anotações que Jace, quero dizer, Sr. Parker, dizia. Assim que a aula terminou, seus olhos estavam em mim novamente.

Decidi que deveria ter uma conversa com o Sr. Parker sobre limites, e como esclarecer nosso relacionamento, e sobre mudar de classes.

Depois que todos saíram, ele fecha a porta com cuidado e percebe que estou encostada em sua mesa, com os braços abraçando meus livros contra o peito. E meu peito se torna exatamente o alvo onde seus olhos se fixam.

Eu tossi para chamar sua atenção, e zombo enquanto reviro meus olhos para ele. Ele ainda é o mesmo idiota com tesão, eu percebo.

Ele se senta em sua mesa, enquanto olho para ele, ele tenta tocar minha mão, e eu a recolho com receio.

Esse cara, esse homem, meu ex-namorado. Ele sumiu há quase dois anos com uma mensagem de texto covarde.

Ele pensou que eu havia ligado pra ele, na época, para brigar com ele, para tentar persuadi-lo a não me largar ou algo parecido com desespero. Mas eu tinha algo para dizer a ele.

Algo que descobri no dia anterior, e que estava tentando absorver.

O fato de eu estar grávida de sua filha.

E agora ele está na minha frente, o pai do meu bebê.

 

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2

MAYA HAMILTON

“Sr. Parker.” Quando noto a leve careta em seu rosto com a formalidade da minha voz, solto o ar e respiro fundo. “Jace. Já faz algum tempo. Por que você está dando aula aqui?”

“Não posso ensinar aqui, agora?”, ele questiona duramente.

“Não”, eu respondo sem rodeios, e no mesmo tom irritado.

Suas sobrancelhas franziram em confusão com a minha hostilidade para com ele, já que eu sempre lambia o chão em que ele pisava.

“É uma coincidência incrível que você lecione aqui, na faculdade em que eu fui estudar depois que você sumiu, isso foi planejado por algum motivo?”

“Se você esqueceu, minha mãe mora neste distrito, e eu pensei em morar e trabalhar perto dela, já que passei muito tempo com meu pai. Mas se você acha que tudo é sobre você, Maya, tudo bem.”

Um sorriso crescia em seu rosto enquanto ele se inclinava para trás em sua cadeira de forma presunçosa. “Eu amo como ainda te afeto, Maya. Depois de quase dois anos.”

“Você afeta”, eu admito, o que o assustou um pouco. Ele pensou que eu jogaria seus jogos mentais, seus jogos mentais sedutores. Mas sou diferente agora. A maternidade me mudou. Ele não é mais o centro do meu mundo.

Maisie é. Minha filha. Tudo o que faço agora é por ela, e isso não vai mudar, não pode mudar. Eu a amo, e me importo muito com ela.

“Olha, Jace, esta vai ser a última conversa que nós dois teremos como… qualquer coisa mais do que um professor e uma aluna.”

“Nós deveríamos ter feito isso há muito tempo, quando você me mandou uma mensagem sobre nosso rompimento em vez de, pelo menos, me dar o telefonema que eu acho que merecia.”

Ele engole em seco com o meu tom imparcial.

“Olha, Maya-“

“Honestamente, acho que o texto resumiu como você se sentia e por que terminou comigo de forma bastante… concisa. Eu entendo que você sentiu que não funcionaria entre nós, com a diferença de idade.

“Mas… parecia que você pensava que nosso relacionamento não significava nada, que no fim, justificava apenas uma mensagem.”

“Você sabe que significava mais-“

“Mas eu não sabia”, eu o interrompi, olhando em seus olhos com confiança e sinceridade. “Eu não sabia porque você não podia nem me ligar. Não é impossível – você tinha um telefone que estava funcionando, claramente.

“Olha, eu não quero gastar mais palavras sobre isso, porque eu acho que é óbvio porque você terminou comigo assim. Precisamos ser adultos.”

“Você agora é meu professor e sou sua aluna, até que meu pedido de transferência chegue-“

“Transferencia?”, ele pergunta em um alarme repentino enquanto se senta ereto.

“Eu estava distraída nesta aula por você. E você ainda me afeta. E ainda tenho sentimentos por você. É apenas um tipo diferente de amor. Eu amava como éramos antes.

“Mas eu cresci, e talvez você também, e agora somos pessoas diferentes. E temos um relacionamento diferente.”

Ele fica em um silêncio atordoado, olhando para o meu rosto, procurando por algo.

Eu levanto minhas sobrancelhas para ele em questionamento, mas ele continua a olhar para mim como se nunca fosse me ver novamente.

“Vou pegar o formulário de transferência até o final do dia para que você possa assiná-lo e me entregar amanhã de manhã”, declarei depois que o silêncio ensurdecedor começou a me incomodar.

Envio um pequeno sorriso triste em sua direção, ajusto a bolsa no ombro e saio, apenas para ele pegar minha mão na porta, e me virar de volta para ele.

“Maya…” ele sussurra, apertando meu pulso com força enquanto olha para mim.

Eu adorava o quão mais alto ele era do que eu, isso o fazia parecer mais velho, mais forte e mais incrível. Mas agora, com ele olhando para mim com aqueles olhos familiares, me faz sentir pequena como antes na frente dele.

Mas minha vida não é mais sobre ele, é sobre Maisie. E ele é o pai dela, tecnicamente.

“Me solte se você não tem nada a dizer”, eu murmuro, inclinando meu queixo para cima para que eu possa encontrar seus olhos. “Solte.”

Seu rosto se aproxima do meu e, por mais que eu queira fugir, não consigo. Meus pés estão congelados no chão. Minha respiração está presa em meus pulmões. Meus olhos não podem olhar para lugar nenhum, só para ele. E então seus lábios pressionam os meus.

Eu me derreto. Eu me derreto por ele. Eu não quero. Mas eu não consigo me conter.

Ele é o único cara com quem estive. Eu dei alguns beijos antes de conhecê-lo, mas ele foi o primeiro. E é isso. Ainda assim, ele foi embora. E tenho de pensar em Maisie.

E minhas decisões agora têm que ser o melhor para ela. Ter Jace em minha vida pode ser uma má ideia, como eu decidi anos atrás. Mas essa é minha decisão?

Melhor ainda, ainda é minha decisão depois de todo esse tempo?

Eu imediatamente recuo, batendo minha cabeça contra a porta atrás de mim, mas pelo menos interrompendo esse deslize.

Eu faço uma careta com o impacto, mas quando meus olhos se conectam com os de Jace novamente, parece que a dor simplesmente desaparece, como se nunca tivesse existido.

Mas eu me forcei a piscar. Ele é meu professor agora, e isso é tudo que ele é.

Eu alcanço a maçaneta da porta, mas ele chama meu nome novamente. Eu tenho que ignorar isso, eu tenho que sair.

Eu fujo da sala de aula antes que qualquer outra coisa aconteça e corro em direção ao banheiro para secar as lágrimas que percebi que caíram em algum lugar.

Antes que eu possa chegar lá, vozes na minha frente bloqueiam meu caminho.

“Você está chorando?”, grita uma garota popular, mais em tom de zombaria do que de simpatia, embora tenha reprimido uma expressão facial divertida.

Eu seco minhas bochechas completamente com as mangas do meu suéter folgado, e olho para o grupo na minha frente.

“Você acabou de sair da sala de aula de Parker? O que aquele gostoso queria que te fez chorar?”, outra garota pergunta ao lado dela, afastando-se de um dos caras que estava me importunando no início da aula.

Bem, já faz um ano que estou aqui, que não me esforço nem para saber o nome dessas pessoas, praticamente um crime no mundo das boas maneiras, mas tenho de focar em Maisie, e na faculdade.

“Maya, certo?”

O cara que tossiu antes falou, enviando-me um sorriso infantil enquanto se inclinava contra os armários. Isso se assemelha aos sorrisos que Jace costumava me devolver quando estava flertando comigo, seu charme me deslumbrou por um instante.

Muito pateticamente, ele realmente nem precisava flertar comigo para que eu fizesse o que ele queria. No entanto, ele não era um daqueles caras que maltratam suas namoradas. Sim, às vezes nós brigávamos, como qualquer casal faz.

Sim, houve um tempo em que seus modos de jogador de futebol levavam a melhor, e ele flertava com outras garotas. Afinal, ele era um garoto de fraternidade.

Mas, felizmente, acho que ele nunca me traiu, ou mesmo beijou outra garota quando estávamos juntos. Todos os seus amigos ficaram surpresos com o fato.

“Sim”, eu respondo com indiferença, um pouco irritada com as pessoas constantemente me incomodando aqui. Ou talvez seja porque estou especialmente irritada ao ver Jace, quero dizer, Sr. Parker, de novo.

“Eu tenho que ir para minha próxima aula, com licença”, eu declaro apressadamente e tento forçar meu caminho em torno deles, antes que eles possam processar qualquer informação.

Honestamente, não sei por que eles me incomodam tanto. Desde que me tornei mãe, eu… relaxei, com toda essa coisa de autocuidado.

Claro, eu lavo o cabelo, e escovo os dentes, como de vez em quando e compro o essencial, mas ainda visto minhas roupas de gravidez, que consistem em suéteres largos e jeans, e não uso maquiagem.

Quase não consigo dormir com meus dois empregos, a faculdade, e o cuidado de Maisie.

Eu simplesmente amarro meu cabelo castanho padrão em um rabo de cavalo, ou um coque baixo, fácil de mantê-lo fora do caminho, e assim não tenho que escová-lo.

Não sei o que há de tão especial em mim que eles continuam a me importunar.

Talvez seja porque eu os ignoro como se eles não fossem as pessoas mais populares da faculdade, enquanto outros alunos matariam para falar com eles e ficar perto deles.

Mas eu costumava sair com pessoas assim na minha antiga escola, o que me fez ir a uma festa da fraternidade, sob a influência de Liz, que foi para a faculdade de Jace, e isso me envolveu com Jace.

Porém, eu amo Maisie e nunca voltaria atrás. Ela é a luz da minha vida, tudo pelo que vivo.

Jace é o pai dela. E agora que ele está de volta, posso realmente contatá-lo para contar a ele? Devo contar a ele?

 

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